20.06.2007
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Chego a casa. E é uma imensidão de coisas para fazer. Coisas banais, coisas importantes, coisas desta e daquela forma. E o que mais me ocupa são tarefas e burocracias. Afazeres que não representam nada, não ajudam em nada, e servem para pouco mais que nada.
Chego. Chego às coisas em que quero/ia trabalhar. E é um desejo nunca concretizado. Deambulo em círculos e geometrias ocas. Rodo, rodo, rodo até que caio no sono e no desejo último de que amanhã tudo seja diferente.
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