30.01.2007
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"Sob a orientação de um líder emocionalmente inteligente, as pessoas sentem-se mutuamente apoiadas. Partilham ideias, aprendem umas com as outras, tomam decisões em clima de colaboração, fazem as coisas avançar. Constroem elos emocionais que as ajudam a permanecer centradas no que é importante, mesmo que o ambiente seja de mudança e de incerteza. Mais importante ainda, estabelecem elos emocionais com as outras pessoas por forma a dar mais sentido ao trabalho.
(...) Por outro lado, se o líder não tem ressonância, as pessoas seguem as rotinas do trabalho, mas fazem apenas o essencial ou o habitual, em vez de darem o seu melhor. Se não utilizar uma boa dose de sentimentos, o suposto «líder» pode ser capaz de dirigir - mas não consegue liderar."
Goleman, Boyatzis & McKee, Os novos líderes. A inteligência emocional nas organizações
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