19.04.2006

Praga, quarta-feira

Em cada viagem, em cada lugar, um eu que se transforma. Umas vezes de forma acelerada, outras de forma quase imperceptível. Sempre em transformação. Cirandando por uma cidade repleta de sombras que se abre à luz primaveril, de fronteiras invisíveis mas bem demarcadas, percorro o espaço geográfico interior onde também demarco, abro, reprimo, liberto sem que as partes e o todo se harmonizem num som, numa tonalidade. Cidade que se quer aldeia ou aldeia que se quer casa ou casa que se quer metrópole ou subúrbio... Polifonia que se faz mundo, interior.

Escrito em hm | Comentários (0)

Comente